segunda-feira, 11 de junho de 2012

Entre a Eco92 e a Rio+20, o que foi aproveitado?

Tendências e debates

Entre a Eco92 e a Rio+20, o que foi aproveitado?

Entre os vinte anos que separam as duas conferências no Rio de Janeiro foram muitos acordos para preservar o meio ambiente, mas poucas medidas efetivas.


Durante a Eco 92, primeira conferência sobre o meio ambiente desde Estocolmo 72, representantes de 108 países reuniram-se no Rio de Janeiro para tentar diminuir a degradação ambiental. O encontro trouxe esperança de mudanças significativas para o futuro do planeta. Vinte anos depois, quando a cidade está prestes a receber mais uma Conferência das Nações Unidas em Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, fica a pergunta: o que realmente mudou entre as duas reuniões? Que efeitos práticos resultaram da Eco 92 e o que esperar da Rio+20?
O especialista do Instituto Millenium, Mario Ernesto Humberg, consultor e palestrante sobre mudanças empresariais, gestão de crises, comunicação e ética empresarial e coordenador do PNBE Pensamento Nacional das Bases Empresariais, esteve na Eco 92. Para ele, a principal mudança foi uma maior conscientização da sociedade em relação a questões ambientais. Afinal, foi a Eco 92 que popularizou o conceito de desenvolvimento sustentável e contribuiu para disseminar a ideia de que os danos ao meio ambiente eram majoritariamente de responsabilidade dos países desenvolvidos.
“Houve de fato uma conscientização em torno de temas como economia de energia, reciclagem, proteção das florestas”, lembra Humberg. “Mas do ponto de vista de mudanças no mundo, creio que se avançou muito pouco em relação ao que foi discutido, principalmente na redução do consumo de combustíveis fosseis e gás carbônico”.
Na época, os Estados Unidos, maiores consumidores de combustível no mundo, não desejaram fazer nenhum acordo e, portanto, não houve esforço para reduzir a emissão de gás carbônico. “Houve apenas acordos pontuais, como a redução de descarga de resíduos no mar, sendo que os oceanos precisavam de algo mais efetivo”.
Por outro lado, Humberg viu um grande avanço na legislação da maior parte dos países, principalmente no setor privado. “Hoje são raros os problemas das áreas industriais. De vez em quando há vazamentos, mas a maior parte toma cuidado”.
A necessidade de fazer um balanço dos últimos vinte anos é um dos pontos que sustentam as conferências ambientais. O advogado e professor na Universidade Estácio de Sá, André Esteves, acredita que o legado da Eco 92 precisa ser discutido na Rio+20.
“Uma das propostas desse evento deveria ser discutir o que aconteceu 20 anos atrás, o que andou bem ou não, para gerar um documento para que a Rio+20 tivesse um ponto objetivo para validar e reorganizar a questão ambiental”, diz. “Trazer à tona questões ligadas a questões climáticas, crescimento da população etc. A questão da economia verde é fundamental na medida em que ela precisa encontrar soluções para compatibilizar economia e ecologia, de que maneira conseguimos fazer a economia crescer conciliando com a questão ambiental”.
Já para Fernando Lyrio, chefe da Assessoria de Assuntos Internacionais do MMA, a Eco 92 foi um momento de conjunção política muito forte. “Embora haja dificuldade de se implementar as propostas, o evento é até hoje referência dos processos políticos e isso não está perdido. Os tratados e convenções são bons mas faltam ser cumpridos. A Rio+20 se propõe a fazer o balanço dessas lacunas”, destacou ao site Planeta Sustentável.
Lyrio acredita que os tratados e convenções discutidos nos últimos 20 anos foram bons, mas faltam ser cumpridos. “A Rio+20 se propõe a fazer o balanço dessas lacunas”, afirmou.
Então, o que fazer para que, dessa vez, os tratados sejam cumpridos?
“A única coisa que pode despertar é a pressão dos cidadãos”, avalia Humberg. “Não há órgão superior com força de decisão unilateral para fazer cumprir um acordo internacional. Só a pressão dos cidadãos é que conseguiria”.
A metodologia da ONU, que dá aos países com dimensões diferentes capacidade iguais de votação, dificulta a implementação rápida dos acordos, acredita André Esteves. “São 194 países, é muito difícil buscar o consenso nesses países com realidades e condições ambientais diferentes e uma metodologia que tem mudado pouco. Alguns países tem grande influência na organização do evento, mas não tem interesse em mudar as coisas”, explica.
A crise mundial também tem chances de impedir resultados mais efetivos na Conferência. “Tenho impressão de que os resultados da Rio+20 serão menos importantes do que da Eco 92, porque momentos de crise não são muito favoráveis para tomadas de decisões e novos paradigmas. Não tenho expectativas de resultados, mesmo que sempre se consiga algo. Minha expectativa é a educação e a consciência de preservação. É mais o aspecto da sociedade do que das convenções”.

quinta-feira, 7 de junho de 2012


UNMP/MAZON-AM REUNE COM COMUNIDADE SÃO FRANCISCO -
Km 42 da AM 010 – Ramal São Francisco

Nilson Sato  Presidente do MAZON, e Coordenação Estadual da UNMP-AM, faz a abertura à reunião com representantes das comunidades  adjacentes e fala do trabalho do Mazon na Zona Norte de Manaus, principalmente nas questão de Moradia, Segurança e Saúde. Enfatiza que devemos discutir as problemáticas das comunidades, que devem estar organizadas, ganhando força e poder  cobrar do Poder Público melhoria de qualidade de vida para todos.
Em seguida Julio Farias, Coordenador Nacional da UNMP-AM, discute a problemática da Moradia, nas questões Fundiárias, e essa é uma luta do MAZON, principalmente da Zona Norte, que é em sua maioria formada por Ocupações. Relata a história dos Movimentos de Luta por Moradia.
Julio fala da dificuldade que temos em chegar às comunidades, muitas vezes viajamos somente com a passagem de ida e volta e uma rede pra dormir, diz Julio Farias. O Amazonas possui uma característica diferente do resto do País e o acesso a alguns municípios e comunidades difícil.
Jose Carlos encerra a reunião e fala do principal objetivo da UNMP/MAZON-AM, que é integrar as comunidades da Zona Norte.

UNMP/MAZON-AM  AVANÇA NO AMAZONAS, em busca de melhorias e qualidade  de vida para todos.









quarta-feira, 6 de junho de 2012

Coordenação Estadual da UNMP/AM realiza encontro para escolha dos Representantes Municipais em Novo Aripuanã

UNMP/AM REALIZA ENCONTRO PARA 
ESCOLHA DOS REPRESENTANTES MUNICIPAIS EM 
NOVO ARIPUANÃ.

No dia 31 de maio de 2012 foi realizado no Municipio de Novo Aripuanã-Amazonas, o Encontro para escolha dos Representantes da UNMP-AM no município. O Encontro contou com a participação de mais de 10 (dez) entidades entre elas: Associação de Agricultores, Pescadores, Moto Táxis, Comunidades Rurais entre outros. O Encontro aconteceu no auditório da Escola Municipal Nossa Senhora de Lourdes com aproxidamente 250 pessoas do mais diversos segmentos.
Para coordenar e participar dos trabahos participou o Coordenador Nacional da UNMP no Amazonas, Júlio Farias e Coordenadores Estaduais. Durante o encontro estagiários da UEA realizaram Oficinas e palestras sobre temas como: PLANSAB; RESÍDUOS SÓLIDOS, QUALIDADE DE VIDA, RECUSOS HÍDRICOS E FOSSAS CÉPTICAS, CONJUNTA POLÍTICAS, entre outros, temas importantes que tratam das cidades.
O Coordenador Nacional, Júlio Farias, fez um relato sobre o trabalho da UNMP a nível de Brasil e ainda sobre os rumos da UNMP no município. Todos puderam contribuir e participar com questionamentos e sugestões.
Ao final, o consenso dos participantes foi fazer um Chapão com a participação de membros de várias Entidades do Município, sendo aprovada por todos os presentes, ficou composta a Coordenação da Executiva Municipal de Novo Aripuanã, a seguir:
1- Valdenilson (Agrodoce) - 
2- Antonio Teixeira (Assoc. Tucumaense)
3- Osvaldina (Assoc. Bom Jesus)
4- Antonio Carlos (assoc Master)
5- Raimunda Albuquerque (Apramad)
Acreditamos que a UNMP está avançando cada vez mais no Estado do Amazonas, e isso é fruto de muito trabalho e união de todos, diz José Carlos, Coordenador Estadual da UNMP/AM.


José Carlos da Coordenação Estadual - UNMP/AM

Coordenador Nacional da UNMP-AM fala das atividades da UNMP a nível nacional

Coordenação Municipal da UNMP eleita em Novo Aripuanã/Am

Sociedade Aripuanense participa em massa da Escolha dos Coordenadores de Novo Aripuanã/AM




domingo, 3 de junho de 2012

Abertura da Semana do Meio Ambiente : "Manaus Sustentável"

MAZON/UNMP-AM PARTICIPA DE MESA REDONDA COM TEMA: DESAFIOS DA GESTÃO AMBIENTAL NA CIDADE DE MANAUS





Silvia diretora de Núcleo do Mazon visita stands de trabalhos desenvolvidos pela Panasonic, antes de início do debate.

Durante a Abertura da Semana do Meio Ambeinte foram apresentados projetos desenvolvidos por  empresas de Manaus, como Panasonic e Correios. Na sua apresentação o Secretário de meio Ambiente e Sustentabilidade,  apresentou alguns desafios  para o Plano de Arborização da Cidade de Manaus, como: espécies adequadas, dificuldades de aquisição de sementes, serviços de construção inadequados, vandalismo entre outros. Foi apresentado ainda um painel evolutivo de crescimento da área urbana de Manaus e enfatizou os projetos desenvolidos pela secretária, enfatizando o crescimento desordenado da cidade com ocupações.
Logo a após a bertura O MAZON/UNMP-AM participou da Mesa Rendonda com o Tema: "Manaus Sustentável, os desafios da gestão ambiental", juntamente com os representantes da UFAM. UEA, ULBRA , INPA e SEMMAS, representando a Sociedade Civil, Silvia izel representante  da Direitoria falou das atividades que a entidade realiza e apresentou as dificuldades que enfretamos nas questões ambientais e cobra parceria das universidades para a execução de projetos habitacionais que visem cidades sustentáveis. E questiona a participação da Sociedade Civil, no Plano de Arborização da Cidade de Manaus.
 

Ministério Público - Vara do Meio Ambiente fala das atividades que desenvolve sobre educação ambiental junto às comunidades.

Nízia sato, Presidente do  Mazo/Unmp-Am, visita stand do correio. Qual a responsabilidade Social dos Correios?

Plenária de Abertura da Semana do Meio Ambiente  - Semmas

MAZON/UNMP-AM participa da Mesa Redonda com o tema: "Manaus Sustentável: Desafios da Gestão Ambiental'.
Prof. da ULBRA diz que o debate deve iniciar partindo da sensibilização dos gestores públicos.

Silvia Izel, fala do trabalho do MAZON/UNMP-AM na educação ambiental nas comunidades e ainda do trabalho  e das dificuldades com que desenvolve as atividades como Guardiã , serviço comunitário prestado em parceria com a Semmas.
MAZON faz questionamentos sobre: O Plano Municipal de Arborização; Arborização nas áreas não planejadas; Mobilidade Urbana, e ainda questiona a participação das Universidades Públicas no trabalho com as comunidades.


Turma consciente...trabalho educativo!
Mesa Rendonda com a participação do Secretário Municipal e MAZON/UNMP-AM, representando Sociedade Civil.

MAZON/UNMP-AM participa de Mesa Redonda na Semana do Meio Ambiente

Secretário Municipal, Marcelo Dutra fala do trabalho desenvolvido pela Semmas.

Prof. da Universidade - ULBRA com MAZON/UNMP-AM

Silvia Izel em debate com Professores da UFAM e UEA- Desfaios da Gestão Gestão Ambiental

Nízia Sato, no stand do Ministério Público - Vara do Meio Ambiente

MAZON/UNMP-AM  debate sobre Meio Ambiente, com mediador Mestrinho.

UFAM, INPA, UEA na mesa redonda com Semmas e MAZON/UNMP-AM.


Nízia Sato visita stand: Correio lança selo em homenagem a RIO+20.